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SAI A LEI DO NOVO REGIME AUTOMOTIVO
O decreto 7819, publicado em edição especial do Diário Oficial da União de quarta-feira e que circula nesta quinta-feira, 4 de outubro, define o novo regime automotivo, o Inovar-Auto, para vigorar a partir de 2013 até 2017, valendo para montadoras já instaladas, para as com projetos para o Brasil e para concessionárias e lojas de importados, para receberem incentivos fiscais. São quatro as exigências e as montadoras atuais estão obrigadas a três delas, que podem ser escolhidas.

Um
Primeira: cumprir um mínimo de etapas de fabricação no Brasil. Todas as empresas estão sujeitas a esta norma.Em 2013, serão seis etapas para produção de automóveis e comerciais leves, sete nos dois anos seguintes e oito nos outros dois (até 2017). Para produção de caminhões, serão oito etapas no ano que vem, nove em 2014 e 2015, e dez nos dois anos seguintes. Para as empresas que fabricam chassis com motor, as etapas anuais começam em cinco e terminam em sete.

Dois
Segunda: realizar gastos em pesquisa e desenvolvimento de, no mínimo, 0,13% da receita bruta total de venda de bens e serviços, excluídos os impostos e contribuições incidentes sobre a venda, em 2013. O porcentual sobe para 0,30% em 2014 e fica em 0,50% entre 2015 e 2017.

Três
Terceira: realizar no Brasil investimentos em engenharia, tecnologia industrial básica e capacitação de fornecedores correspondentes, no mínimo, de 0,5% sobre a receita bruta total de venda de bens e serviços em 2013. O percentual sobe a 0,75% em 2014 e a 1% nos três anos seguintes.

Quatro
Quarta: aderir ao Programa de Etiquetagem Veicular definido pelo Ministério do Desenvolvimento e estabelecido pelo Inmetro, com porcentuais mínimos de produtos relacionados a serem etiquetados. O decreto prevê 36% para2013, subindo a 49% no seguinte, a 64% em 2015, a 81% em 2016 e a 100% em 2017.

Carro limpo
No decreto, prevê-se maior eficiência energética da produção nacional, a ser medida em quilômetros rodados por litro de combustível ou por níveis de consumo energético expressos em megajoules por quilômetro rodado. A verificação será feita pelo Ministério do Desenvolvimento.

De fora
Importados oriundos de países que firmaram acordo automotivo bilateral com o Brasil ficarão isentos do aumento do IPI (30 pontos acima da alíquota) até 31 de julho de 2016, desde que importados pelas empresas habilitadas no novo regime. Foi fixada cota de importações para empresas habilitadas, além da quantidade permitida dentro dos acordos automotivos. Valerá a média importada de 2009 a 2011, com limite de 4,8 mil unidades. O regime automotivo prevê um aumento de 30 pontos porcentuais na alíquota do IPI para as empresas que não cumprirem as exigências do novo modelo.

Crédito para inovação 1
Empresas habilitadas no novo regime terão direito crédito presumido do IPI, calculado com base nos dispêndios realizados em cada mês com a compra de insumos estratégicos, ferramentaria, pesquisa, desenvolvimento tecnológico, inovação tecnológica, recolhimentos ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, capacitação de fornecedores, e engenharia e tecnologia industrial básica.

Crédito para inovação 2
O cálculo terá um multiplicador: para automóveis e comerciais leves, o crédito gerado será 130% do valor dos gastos em 2013, caindo a 125% em 2014, a 115%, 110% e 100% nos três anos seguintes. O objetivo do governo ao reduzir o multiplicador é estimular as empresas a usar cada vez mais peças nacionais para manterem o mesmo patamar de incentivo tributário.

Crédito para inovação 3
Para caminhões e chassis de motor, uma fórmula diferenciada vai considerar a receita líquida de vendas da empresa nos segmentos de caminhões pesados e semipesados e chassis com motor e a receita líquida de vendas da empresa nos segmentos de caminhões semileves, leves e médios.

Crédito para inovação 4
O crédito presumido em relação aos gastos com pesquisa e desenvolvimento tecnológico corresponderá a 50% dos dispêndios, limitados a 2% da receita bruta total de venda de bens e serviços, excluídos os impostos e contribuições incidentes sobre a venda. O crédito presumido gerado com gastos em capacitação de fornecedores e engenharia e tecnologia industrial básica corresponderá a 50% dos dispêndios entre 0,75% e 2,75% da receita bruta total de venda de bens e serviços.

Juro igual
O Banco Central Europeu manteve nesta quinta-feira a taxa básica de juros da Zona do Euro em 0,75% ao ano. A taxa da linha de crédito também foi mantida, em 1,5%, e a da linha de depósito ficou inalterada em zero. Também o Banco da Inglaterra conservou a taxa de 0,5% ao ano e seu programa de compra de ativos em 375 bilhões de libras (US$ 603 bi).






4 outubro 2012





AGOSTO COM MENOS ÓLEO E GÁS
No dia em que a Petrobras comemora seu 59º aniversário, a Agência Nacional do Petróleo, Gas Natural e Biocombustíveis divulgou o relatório de produção de agosto: aumento de 7,4% na de gás natural e queda de 2,2% na de petróleo, sobre os resultados de um ano antes.

Pré-sal
A produção média diária o pré-sal foi de 203,2 milhões de barris equivalentes de óleo em agosto (168,6 Mbbl/d de petróleo e 5,5 MMm³ de gás natural), a segunda maior do ano, perdendo apenas para a de julho, 2,7% maior. Dos dez poços do pré-sal, o maior produtor é o Campo de Lula. O Campo de Marlim Sul foi o de maior produção de petróleo e o segundo maior produtor de gás natural, totalizando 312,8Mboe/d.

Quase 10 mil poços
Em agosto, segundo a nota da ANP, a produção média de petróleo do Brasil foi de aproximadamente 2.006 MbbL/d. A produção de petróleo e gás natural em agosto foi oriunda de 9.019 poços, sendo 752 marítimos e 8.267 terrestres.

Os maiores
Dos 20 maiores campos produtores de petróleo e gás natural, 2 são operados por empresas estrangeiras, Statoil (Peregrino) e Shell (Ostra). Os campos da Petrobras responderam por 93,8% da produção de petróleo e gás natural no mês passado. Cerca de 91% da produção de petróleo e 76,5% da produção de gás natural foram explotados de campos marítimos.

A favor 1
Confirmado o aumento da produção e dos serviços no Brasil, em setembro, por mais uma pesquisa, a do Índice Consolidado de Produção HSBC - Brasil, que passou de 48,6 pontos em agosto para 52,2 no mês passado. A alta é moderada, mas foi a mais rápida desde abril.

A favor 2
Pontos positivos: o índice de novas encomendas também voltou a ficar acima de 50, sinalizando a recuperação da demanda por serviços. A inflação de custo de insumos do setor de serviços é a mais lenta desde novembro 2011.

Fim de ciclo?
O índice referente a serviços subiu de 48,1 para 52,8 pontos, com destaque para o subsetor de intermediação financeira. Essa melhora parece ter encerrado a trajetória de piora das expectativas dos empresários do setor, persistente por alguns meses. É mais um sinal de que a recuperação da economia prevista para o segundo semestre está ocorrendo.

Emprego estável
Aumentou a criação de empregos no setor de serviços, mas caiu levemente a contratação no setor industrial. Cerca de 5% dos provedores de serviços aumentaram o número de funcionários, para atender a demanda, mais forte. No geral, o nível de emprego ficou basicamente inalterado.

Demanda: mais e menos
A demanda segue fraca no setor industrial pelo sexto mês consecutivo, mas agora com taxa de declínio apenas modesta. No de serviços, o crescimento foi mais sólido no volume de novos negócios, ao contrário do ritmo em agosto.

Demanda: mais
Informa a Associação Brasileira do Alumínio: cresceu 2,3% o consumo doméstico de produtos transformados de alumínio em agosto, sobre o de um ano antes, e 7,9% sobre o de um mês antes. Desde janeiro, a demanda por transformados de alumínio teve alta de apenas 0,8%. Ao final do ano, o consumo total estimado será de 1,440 milhão de toneladas, inferior em 0,7% ao de 2011.

Preço menor 1
Informa o índice Fipe/Buscapé (da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e do site Buscapé): em setembro, a inflação no comércio eletrônico caiu 0,40% sobre a de agosto. Desde fevereiro 2011, aumentaram os preços desse comércio apenas em agosto do ano passado (0,59%) e em janeiro deste (0,90%).

Preço menor 1
O indicador abrange 151 categorias de produtos em 10 grupos: deles, o preço baixou em 60 (média de 1,05%) e subiu em 91 ( média de 1%) em setembro. Entre os grupos, 5 tieram preço menor: eletrônicos (-1,98%), telefonia (-1,14%), fotografia (-0,37%), cosméticos e perfumaria (-0,17%) e informática (-0,05%). E 5, maior, especialmente o de brinquedos e games(+3,02%, por causa do Dia das Crianças). Em 12 meses até setembro, o índice recuou 9,64%, com recuo em 9 dos 10 grupos.

Cautela
Novidade: caiu de 78% para 56% o índice de consumidores animados com as compras de bens duráveis neste quarto trimestre, na comparação de 2012 e 2011, segundo a Pesquisa de Intenção de Compra do Varejo, da Fundação Instituto de Adminsitração (FIA-USP). O número de 2011 foi recorde, explica a FIA, que entrevistou 500 consumidores da cidade de São Paulo. O quarto trimestre tem o consumo mais forte (Dia das Crianças, Natal e fim de ano) do ano. No terceiro trimestre, o indicador estava em 53,8%.

Ponderação
A alta moderada pode ser atribuída ao nível de endividamento com taxas de juros mais altas que as atuais. Também houve antecipação de compras, para aproveitar a redução/isenção do IPI, apontam analistas.

Lista de compras
E a lista de compras tem o item vestuário e calçados em primeiro lugar (26,6%), seguindo-se viagem e turismo ( 12,4%), e informática (10,8%). No fim da lista, cine e foto e automóveis e motos ( 4,4% cada) e eletroportáteis (3,2%).

Reunião dos maiorais
Ministros das Finanças do G7 vão se reunir dia 11 próximo, em Tóquio às margens das reuniões do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. O novo ministro das Finanças do Japão, Koriki Jojima, afirmou estar pronto para adotar medidas firmes contra movimentos cambiais, já que o iene excessivamente forte pode prejudicar a atividade empresarial. Disse ser seu objetivo acabar com a deflação, com o banco central japonês adotando medidas monetárias ousadas quando necessárias.






2 outubro 2012


INDÚSTRIA COMEÇA A RESPIRAR - II
De julho para agosto, a produção industrial cresceu 1,5%, o terceiro resultado positivo consecutivo em comparação mensal. De junho a agosto, avanço acumulado de 2,3%, informa o IBGE. É bom, mas ainda não corbe as perdas. Em agosto do ano passado, a produção fora 2,0% maior. De janeiro a agosto, 3,4% maior que a obtida no mesmo período deste ano.

Geral
Em 12 meses, a produção agora está 2,9% menor que a de igual intervalo anterior. A produção cai desde outubro de 2010. Mas em agosto, 20 dos 27 ramos pesquisados pelo IBGE tiveram avanço na produção, ainda com destaque para o setor de veículos automotores (3,3%), em alta de 9,3% acumulada nos últimos três meses.

Mais 1
Também teve expansão em agosto a indústria de alimentos (2,1%), de fumo (35,0%), de refino de petróleo e produção de álcool (2,5%), de outros produtos químicos (1,9%), mantendo a alta verificada em julho. Dois setores, o farmacêutico (3,1%) e o de material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (5,9%), trocaram a queda até julho por alta no mês passado.

Menos 1
Entre os ramos com produção menor, o IBGE destaca, pela importância na média global, o de máquinas e equipamentos (-2,6%), por ter eliminado parte da expansão de 5,0% acumulada no período de julho 2011 a março 2012.

Agosto/agosto
Na comparação com agosto 2011, a produção industrial recuou 2,0%, com queda em 16 dos 27 setores pesquisados. A baixa mais significativa foi a de veículos automotores (11,2%), concentrada em caminhões, motores diesel para caminhões e ônibus, autopeças e chassis com motor para caminhões e ônibus, caminhão-trator para reboques e semi-reboques.

Menos 2
Também em retração os setores de máquinas e equipamentos (-6,6%), edição, impressão e reprodução de gravações (-11,5%), material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-12,6%), metalurgia básica (-5,5%) e alimentos (-2,1%).

Mais 2
Entre os onze setores com maior produção em agosto deste ano, os destaques foram os de outros produtos químicos (8,9%), refino de petróleo e produção de álcool (7,1%), outros equipamentos de transportes (7,2%), farmacêutica (4,6%) e bebidas (4,7%).

Menos 3
De janeiro a agosto, comparada com a desse intervalo no ano precedente, a produção industrial está agora 3,4% menor, com taxas negativas em todas as categorias de uso, em 18 dos 27 ramos, em 48 dos 76 subsetores e em 57,5% dos 755 produtos investigados.

Por categoria
Por categoria de uso, o IBGE detectou menor dinamismo em bens de capital (-12,2%), bens de consumo duráveis (-7,3%), bens intermediários (-2,1%) e bens de consumo semi e não duráveis (-0,4%). Leia IMPORTADOS ATRAPALHAM e a href=http://www.joelmirbeting.com.br/noticiadetalhe.aspx?IDgNews=3&IdNews=37645>INDÚSTRIA COMEÇA A RESPIRAR - I




1º outubro 2012


PIB ABAIXO DE 2%, MESMO
E o crescimento do PIB não vai chegar, mesmo, em a 2% este ano. No Focus desta semana, foi mantida em 1,57% pela segunda semana seguida, a estimativa dos analistas de bancos ouvidos pelo Banco Central. Aumentou a previsão de queda do desempenho industrial (de -1,82% para -1,94% de uma semana para outra). Para 2013, a projeção é de PIB crescendo bem mais, 4%, como há oito semanas, e a indústria se recuperando na mesma linha. Mas aqui também houve recuo: antes, esperava-se avanço de 4,25%, agora, de 4,10%.

Menos Selic ajuda?
Mudou a estimativa para a Selic ao final de 2013, com baixa de 8,25% para 8,00% ao ano. Este vai acabar mesmo com taxa de 7,50%, sem mudança até dezembro. Para as taxas médias, permanece a de 8,53% neste exercício e cai, de 7,59% para 7,58%, a do ano seguinte.

Inflação sobe
E as projeções sobre inflação são de mais alta: para o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado, o IPCA, de 5,35% para 5,36% este ano. Para 2013, a estimativa melhorou, de 5,50% para 5,48%. Para o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna, alta de 8,70% para 8,74% este ano e de 5,32% para 5,38% no seguinte; para o Índice Geral de Preços-Mercado , de 8,47% para 8,60% e de 5,26% para 5,27%, sempre na mesma ordem. Para os preços administrados, de 3,40% para 3,45%, com os mesmos 5% em 2013.

Dívida, não
Sem mudança neste começo do último trimestre a previsão do peso da dívida líquida do setor público no PIB deste ano (35,50%) e queda no próximo (de 34,15% para 34%).

Dólar igual
Também permanecem as projeções sobre a taxa de câmbio: R$ 2 por US$ 1 ao final de 2012 e de 2013. Outubro vai fechar com dólar a R$ 2,02 (antes, em R$ 2,02), com média no ano de R$ 1,95. A média em 2013 está também em R$ 2,00.

Saldo negativo igual
Sobre o saldo na conta corrente, o Focus manteve em US$ 57,750 bi negativos o resultado previsto para este ano. E, para 2013, os mesmos US$ 70 bi de mais de dois meses seguidos.

Saldo positivo menor
Para o superávit comercial deste ano, o Focus aponta US$ 18 bi (antes, US$ 18,040 bi). Para o de 2013, US$ 14,2 bi (antes, US$ 14,4 bi).

Mais de fora
Para o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto, melhorou a perspectiva desse ano (de US$ 56 bi para US$ 57 bi) e no outro (de US$ 59,020 bi para US$ 60 bi).

Boa e velha. A nova, também
A captação líquida de recursos para cadernetas de poupança na Caixa Econômica Federal, líder nessa aplicação, em setembro, foi R$ 1,5 bi, somando R$ 12,1 bi desde janeiro, ou 55% mais que no mesmo período em 2011. Em maio, o governo mudou as regras de rendimento (até 70% da Selic) e, no quinto mês de vigência do novo sistema, o saldo segue positivo, entre depósitos e saques.






28 setembro 2012


PARADA TÉCNICA
De janeiro a agosto, foram abertas 2.340 vagas pelas indústrias eletroeletônicas, 61% menos que no mesmo período do ano passado, informa a entidade do setor, Abinee. Não houve cntratações em agosto e o número total de empregados ficou em 182.650. Mas a Sondagem de Conjuntura do mês mostra alguns resultados melhores que os de meses anteriores. O cenário internacional e o mercado interno continuam preocupando.

Melhoras
As indicações positivas quanto ao desempenho do setor eletroeletrônico para 2012, que vinham recuando a cada mês, melhoraram na pesquisa de agosto: 58% dos entrevistados esperam crescimento em relação a 2011 (46% em julho). Para 65%, este semestre será melhor que o primeiro, quanto mais não fosse, pelo efeito da sazonalidade.

Revisão
Pelo sim pelo não, previsão de crescimento do setor para todo o ano caiu de 11% para 5%, em linha com o recuo na estimativa do desempenho do PIB, de 3,3% para 1,7%.

Mais vendas
No mês passado, as vendas aumentaram para 43% das empresas, com relação às de um ano antes. Em julho, haviam crescido para 31%. E caiu o número das que venderam menos, passando de 45%, para 31%, nesse período. Mais: 37% das entrevistadas relataram ter os negócios ocorrido conforme o planejado (22% antes) e 56% tiveram negócios abaixo do esperado.

Estoques normais
Os estoques de insumos e matérias-primas estão se ajustando, sendo considerados acima do normal para 29% dos entrevistados (38% em junho e 30% em julho). No caso de produtos acabados, notou-se aumento de 33% para 36% no total de empresas que estão com estoques acima do normal.

Melhorando
Não houve dificuldades maiores na aquisição de insumos e matérias-primas - só 9% dos entrevisdos disseram ter tido problemas. Também diminuiu o percentual dos que enfrentaram aumento de preços, de 49%para 37%, entre julho e agosto.

Exportação na mesma
As exportações continuaram colaborando pouco com a atividade do setor: parou em 24% o percentual de empresas que apontaram expansão das vendas externas no mês de agosto. Segundo dados da balança comercial, as exportações de produtos do setor no mês de agosto recuaram 7,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, acumulando queda de 1,4% no período de janeiro-agosto deste ano na comparação com janeiro-agosto de 2011.

Por setores
Melhoraram levemente os negócios nos setores de automação industrial e de equipamentos industriais, mas persiste a preocupação com a falta de novas encomendas, que deveriam impulsionar a atividade no 2º semestre deste ano. No setor de geração e de distribuição de energia elétrica, a atividade tem se mostrado modesta. Em transmissão, os negócios estão mais regulares em decorrência dos leilões que estão ocorrendo.

Celular & computador
Os fabricantes de bens de consumo, como informática, utilidades domésticas e telefonia celular, indicaram enfraquecimento nos negócios nos últimos meses. O mercado de PC cresceu 2% no primeiro semestre deste ano em relação ao igual período do ano passado, totalizando 7,7 milhões de unidades comercializadas. E o mercado de telefones celulares recuou 16% na mesma comparação, somando 27,4 milhões de unidades. A venda de celulares tradicionais recuou 29%, e a de smartphones cresceu 77%. A previsão para todo o ano é de venda de 62 milhões de celulares, 8% abaixo dos 67 milhões de 2011.






27 setembro 2012


PIBOMÊTRO DO BC: ESTE ANO, SÓ 1,6%
O Banco Central rebaixou de 2,5% para 1,6% sua estimativa de crescimento real do Produto Interno Bruto este ano, segundo consta no Relatório Trimestral de Inflação, divulgado nesta quinta, 27. No começo do ano, esperava-se mais, 3,5%. Esta estimativa do BC diverge da do Ministério da Fazenda (2%) e segue mais a sinalização do mnercado, indicadano boletim Focus (1,57%).

Pibinho 1
No ano passado, a alta do PIB baixou dos 7,5% dde 2010 para 2,7%.

Pibinho 2
O Departamento do Comércio do país divulgou a revisão do crescimento anualizado do PIB dos EUA no segundo trimestre, 1,3%. A estimativa anterior era maior (1,7%) e o corte decorre de baixa na previsão sobre a safra agrícola, além de baixo desempenho no consumo interno e nas exportações. No primeiro trimestre, essa alta fora de 2%. No ano passado, o PIB dos EUA avançou ,18% e, no começlo deste ano, esperava-se alta entre 1,5% e 2% para todo 2012.

IGP-M menor este mês
Saiu o IGP-M de setembro: 0,97%, abaixo do 1,43% de agosto e acima do 0,65% de setembro 2011. Em 12 meses, alta de 8,07% e, desde janeiro, de 7,09%. O IGP-M é calculado pela FGV com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Atacado
No IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA, 60% do total) apresentou variação de 1,25% (em agosto, 1,99%), com bens finais encarecendo 0,99% (antes,0,71%), os bens intermediários, 0,90% (0,83%) e as matérias-primas brutas, 1,95% (4,92%). Aqui, destaque para a desaceleração no custo do milho (de 20,33% para 0,11%), da soja (de 10,72% para 4,70%) e do café (de 4,23% para -3,65%). Mas subiram os preços de bovinos (de -1,20% para 2,79%), arroz (de 6,35% para 13,56%) e algodão (de 2,15% para 6,29%).

Varejo 1
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC, 30%) variou 0,49% (0,33% em agosto), com alta em transportes (de -0,34% para 0,18%, via valorização do carro 0 km, de -0,49% para 0,54%), em vestuário (de -0,58% para 0,44%), alimentação (de 1,00% para 1,18%) e habitação (de 0,29% para 0,33%).

Varejo 2
Os itens que mais contribuíram para estes movimentos foram: roupas (-0,85% para 0,43%), carnes bovinas (-0,06% para 2,32%) e tarifa de eletricidade residencial (-0,28% para 0,14%), respectivamente.

Varejo 3
E baixaram os gastos com educação, leitura e recreação (de 0,54% para 0,10%), comunicação (de 0,31% para 0,21%) e saúde (de 0,43% para 0,38%). Queda no custo da passagem aérea (de 3,33% para -3,95%), nos pacotes de telefonia fixa e internet (de 0,65% para -0,10%) e nos artigos de higiene e cuidado pessoal (0,52% para 0,19%).

Varejo 4
As despesas diversas repetiram a taxa de variação de agosto, 0,24%, e os destaques foram, para cima, os gastos com clínica veterinária (de -0,05% para 0,60%) e, apra baixo, dos serviços religiosos e funerários (de 1,47% para 1,27%).

Construção
O aumento no terceiro indicador, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC, 10%) caiu, de agosto para setembro, de 0,32% para 0,21%, com alta de 0,36% para 0,42% nos gastos com materiais, equipamentos e serviços. A mão de obra não variou (em agosto, 0,28%).

Projeções do BC: 2012
O Banco Central em seu relatório trimestral de inflação,prevê IPCA acima do centro da meta deste ano: 5,2%, se a Selic fechar dezembro em 7,5% ao ano. No relatório anterior, a inflação seria menor (4,7%) e a Selic, maior (8,5% ao ano). Para o câmbio, a estimativa segue em R$ 2,05, ao final do ano, como antes previsto.

Projeções do BC: 2012
Para 2013, o BC acredita em desaceleração da alta, com inflação anualizada no primeiro de 5,2%, caindo para 5,1% no segundo e para 4,6% no terceiro. No quarto trimestre, sobe a 4,9%.






26 setembro 2012


INDÚSTRIA COMEÇA A RESPIRAR - I
Segundo a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação, confirma-se, em agosto, a recuperação em curso na indústria: o Índice de Confiança da Indústria subiu 0,9%, depois da alta de 1,4% em agosto, informa a Fundação Getulio Vargas. O percentual de empresas com planos de aumentar a produção nos próximos meses passou de 38,8% para 42,8%. O dos que vão produzir menos caiu de 13% para 11,9%, nesse intervalo.

Confiança
Em setembro, 8 dos 14 setores pesquisados pela FGV apresentaram melhora na confiança. Houve queda em três setores e estabilidade em outros três. No mês passado, o cenário era praticamente o oposto, com piora da confiança em oito setores, aumento em quatro e estabilidade em dois. "Antes, a confiança estava concentrada nos setores que receberam benefícios fiscais do governo. Agora, a política monetária está fazendo mais efeito, possibilitando melhora generalizada", observa o coordenador da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da FGV.

Com e sem emprego
O otimismo dos empresários está especificamente ligado à avaliação do futuro, já que o Índice da Situação Atual (ISA) ficou estável (-0,1%) na comparação com agosto, enquanto Índice de Expectativas (IE) avançou 1,7% sobre ao mês anterior, feitos os ajustes sazonais. Ambos são componentes do ICI.

Com e sem emprego
O percentual de empresas que vislumbram melhoras nos negócios nos próximos seis meses passou de 51,9% em agosto para 53,7% em setembro, ao passo que os empresários que estimam piora nos resultados recuou de 8,7% para 8% no período. Com esse panorama, o indicador que mede a situação futura dos negócios atingiu em setembro o maior patamar do ano, marcando 145,7 pontos e superando a média dos últimos 60 meses, de 139,6 pontos.

E o emprego?
Informam o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados: aumentou de 10,7% para 11,1% a taxa de desemprego nas sete regiões metropolitanas do país incluídas na Pesquisa de Emprego e Desemprego, entre julho e agosto.

Com e sem emprego
As regiões são as de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e no Distrito Federal. Nelas, os desempregados foram estimados em 2,519 milhões de pessoas em agosto (100 mil a mais que em julho) e os ocupados em 20,233 milhões (0,2% mais).

Explicação
A população economicamente ativa foi estimada em 22,752 milhões (135 mil a mais), com aumento de 0,6%. Resulta daí o crescimento da desocupação, considerada incomum nesta época. Segundo analistas do Dieese, a maior entrada ou retorno das pessoas ao mercado de trabalho aumentou a PEA, efeito da melhora das expectativas das famílias quanto às possibilidades de emprego.

Mais & menos
De julho para agosto, o desemprego aumentou em Belo Horizonte (de 5% para 5,2%), no Recife (de 11,6% para 12,3%), em Salvador (de 17,8% para 18,8%), e em São Paulo (de 11,1% para 11,6%). E diminuiu no Distrito Federal (de 12,7% para 12,6%), em Fortaleza (de 9,7% para 9,4%) e em Porto Alegre (de 7% para 6,9%).

Menos
No mesmo período, o setor que mais demitiu foi o da construção (-58 mil vagas), seguido pela indústria de transformação (-3 mil) e serviços (-1 mil). O único a contratar foi o setor de comércio e reparação de veículos (+88 mil).

Mais
Em julho, o rendimento médio real dos ocupados subiu 0,50%, para R$ 1.509 e o dos assalariados, 0,40%, para R$ 1.546. Sobre o salário de um ano antes, os aumentos, pela ordem, foram de 4,6% e 3,3%.

Com e sem carteira
O número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado (1,834 milhão ou 0,9% do total) cresceu mais (2,2%) em agosto que o dos com carteira (0,3%), que somam 9,993 milhões. Conseguriam emprego, sem registo, mais 40 mil pessoas; com registo, mais 33 mil.






25 setembro 2012


CONTAS NO VERMELHO
Foi de US$ 2,568 bi o déficit das transações correntes do Brasil com o exterior, somando US$ 49,702 bi desde janeiro (2,12% do PIB), informa relatório do Banco Central. Para todo o ano, o déficit vai a US$ 53 bi (menos que os US$ 56 bi antes estimados), com saldo na balança comercial de US$ 18 bi, resultado de US$ 248 bi recebidos por exportações menos US$ 230 bi gastos com importações.

De fora
Continua firme o fluxo de investimentos estrangeiros diretos no país, com US$ 5,034 bi em agosto e US$ 43,175 bi no acumulado do ano. Em 12 meses até agosto, o fluxo líquido de IED chega a US$ 65,7 bi (2,80% do PIB). O BC prevê que o IED some US$ 60 bi até dezembro (antes, US$ 50 bi), abaixo dos US$ 66,6 bi do ano passado. Com isso, pode-se pagar todo o déficit em transações correntes, com folga.

De dentro pra fora e de fora pra dentro 1
O BC informa que os brasileiros gastaram, no exterior, US$ 1,923 bi em agosto (um ano antes, US$ 1,913 bi), acumulando, desde janeiro, US$ 14,635 bi (US$ 14,390 bi de janeiro a agosto 2011). E os estrangeiros gastaram no Brasil US$ 542 milhões em agosto (US$ 586 milhões um ano antes) e US$ 4,559 bi em oito meses (US$ 4,335 bi no mesmo intervalo em 2011).

De dentro pra fora e de fora pra dentro 2
Com isso, o ano até agosto fechou com déficit na conta de viagens internacionais de US$ 10,076 bi. Até dezembro, o buraco vai alargar para US$ 13,5 bi, mais que os US$ 13 bi antes estimados.

Pelos céus 1
Informa a Agência Nacional de Aviação Civil: em agosto, os brasileiros voaram 6,72% mais pelo Brasil que no ano passado. Os voos oferecidos cresceram 0,6% no mesmo intervalo. Desde janeiro, a demanda avançou 7,26% e a oferta, 6,51%, sempre em comparação anual.

Pelos céus 2
Nos voos internacionais, caiu 2,65% a demanda por brasileiros, em agosto sobre o de 2011. A oferta baixou mais, 3,77%. De janeiro a agosto, 0,18% mais demanda e 2,05% menos oferta.

Pelos céus 3
A taxa de ocupação nos voos domésticos alcançou 72,83% em agosto (68,65% um ano antes) e 71,58% desde janeiro (71,50% um ano antes). Nos voos internacionais operados por companhias brasileiras, a taxa foi maior (79,03%) em agosto que um ano antes (78,12%).

Reservas internacionais...
De volta ao BC: em agosto, as reservas internacionais atingiram US$ 377,2 bi, com aumento de US$ 1,1 bi sobre a posição ao final de julho.No mês, a receita de remuneração das reservas somou US$ 356 milhões, as variações por paridades elevaram o estoque em US$ 818 milhões e as variações por preço o reduziram em US$ 243 milhões. No dia 21 de setembro, as reservas já haviam, subido a US$ 378,7 bi.

... E dívida externa
No final de agosto, a dívida externa total era de US$ 305,5 bi (US$ 2,5 bi mais que no final de julho). A de longo prazo era de US$ 268,6 bi; a de curto prazo, US$ 346,9 bi. A mais longa cresceu US$ 2,6 bi em 30 dias; a mais curta ficou estável. O aumento ocorreu por captações líquidas de títulos pelo setor não financeiro (US$ 1,6 bi) e por empréstimos tomados por bancos (US$ 1,1 bi), menos a variação por paridades (de US$ 29 milhões).

Receita menor
Informa a Secretaria da Receita Federal do Brasil: a arrecadação da União em agosto somou R$ 77,074 bi, valor real 1,84% menor que o de agosto 2011. A crise global, a retração no ritmo da economia e as desonerações fiscais explicam a baixa.

Receita maior
No ano, a receita soma R$ 673,576 bi, com avanço real de 1,45% sobre a do mesmo período de 2011. Até dezembro, espera-se aumento de 1,5% a 2% sobre o do ano passado. No começo do ano, esperava-se avanço entre 3,5% e 4%.

Peso das bondades
Foi de R$ 1,758 bi o total de receita perdida com as desonerações (IPI dos automóveis, Cide dos combustíveis e IOF no crédito às famílias), em agosto.

ICMS do combustível
O Conselho Nacional de Política Fazendária alterou o preço médio ponderado a consumidor final do litro de diesel e gasolina comum em cinco Estados e do DF, para efeito de cálculos do ICMS a partir de 1º de outubro. Aumentou o preço médio do diesel no Rio (de R$ 2,1267 para R$ 2,1404). Caiu o preço da gasolina comum no Amazonas (de R$ 2,9214 para R$ 2,9212), no Paraná (de R$ 2,7500 para R$ 2,7200) e no Rio (de R$ 2,9185 para R$ 2,9176).Caiu o preço do diesel no Amazonas (de R$ 2,9214 para R$ 2,2230).

Mais & menos
De volta à SRF: a receita da União totalizou R$ 75,467 bi em agosto (queda de 1,74%) e no ano, R$ 647,219 bi (aumento de 0,91%). A receita de outros órgãos federais totalizou R$ 1,607 bi em agosto (queda de 6,27%) e R$ 26,357 bi desde janeiro (aumento de 16,93%). A comparação é sempre com o mesmo período de 2011.

Menos
Na comparação anual, empresas do setor de minerais metálicos e as montadoras, seguidas as dos setores de combustíveis, telecomunicações e metalurgia foram as que mais contribuíram para a arrecadação menor, de janeiro a agosto. Explicação da Receita: no caso do setor de mineração, a queda foi potencializada pelo recolhimento, ano passado, de R$ 5,8 bi por uma grande empresa, que sofreu perda em ação em curso na Justiça. No caso das montadoras, o IPI menor é a causa. No de combustíveis, a Cide zerada é a causa. Nas demais, a perda de ritmo das atividades em geral.

Mais
Melhores resultados teve a receita da Previdência: R$ 192,242 bi, de janeiro a agosto, com alta real de 7,97%, efeito do bom desempenho do mercado de trabalho e da massa salarial.






24 setembro 2012


BOLA DE CRISTAL FICA MAIS BRILHANTE
A novidade no Focus desta semana é a interrupção do ritmo de queda nas previsões de analistas do mercado financeiro para o PIB e para a produção industrial em 2012. Depois de sete baixas semanais seguidas, a estimtiva para o aumento do PIB ficou em 1,57%. E a performance da produção industrial, despencando há 16 semanas consecutivas, melhorou de -1,92% para - 1,82% este ano. Para o seguinte, mantida a projeção de crescimento de 4% no PIB e de 4,25% na indústria.

Inflação 1
Mas, mais uma vez, o Focus da semana traz aumento nas estimativas de inflação. Para o IPCA, a expectativa sobe pela 11ª vez seguida (de 5,26% para 5,35%) este ano. Para o IGP-DI, o 13º aumento seguido, de 8,51% para 8,70%. Para o IGP-M, o 14º, de 8,36% para 8,47%.

Inflação 2
Para 2013, não mudou a estimativa de alta para o IPCA (5,50%); a do IGP-DI passou de 5,11% para 5,32% e a d o IGP-M, de 5,24% para 5,26%. Há quatro semanas, as projeções para os dois índices estavam em 5%.

Inflação 3
E ficou menor a previsão de aumento de preços administrados: este ano, de 3,5% para 3,4%; no próximo, de 4,2% para 4%. Há quatro semanas, estavam em 3,5% e 4,3%, na mesma ordem.

Câmbio
Não mudam as projeções para a taxa de câmbio: R$ 2,00 no final deste ano. Setembro vai terminar com dólar valendo R$ 2,02, e outubro, R$ 2,01. Na média deste ano, alta de R$ 1,94 para R$ 1,95. Para 2013, a projeção cambial segue na média de R$ 2,00 e, no fechamento, R$ 2,10.

Déficits
O déficit em transações correntes neste ano vai ser menor que o antes etimado pelo Focus (US$ 58,220 bi para US$ 57,750 bi) e não mudará em 2013 (previsão de US$ 70 bi). O superávit comercial será maior (de US$ 18 bi para US$ 18,040 bi) este ano e no próximo (de US$ 14,400 bi para US$ 14,480 bi).

De fora
As estimativas para o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto avançaram de US$ 55 bi para US$ 56 bi em 2012 e de US$ 58 bi para US$ 59,020 bi em 2013.

Saldo: US$ 15,3 bi
No acumulado do ano, 184 dias úteis até este domingo, 23, o saldo positivo da balança comercial chega a US$ 15,298 bi, informa o Ministério do Desenvolvimento. O resultado é 33,9% inferior ao do mesmo período em 2011 (considerando a média diária). A corrente de comércio totaliza US$ 335,942 bi, com queda de 2,9% na mesma base de comparação. As exportações somam US$ 175,620 bi (recuo de 4,8%) e as importações, US$ 160,322 bi (recuo de 0,6%).

Melhorando 1
Saiu o Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas: avanço de 1,4% entre agosto e setembro, passando de 120,4 para 122,1 pontos, após quatro meses em queda.

Melhorando 2
A maior contribuição para a alta veio da melhora na percepção atual (2,2%) e das perspectivas futuras (1,8%) para o estado geral da economia. A satisfação dos consumidores quanto ao presente ainda é pequena, mas interrompe a sequência de quatro quedas consecutivas. A proporção de consumidores que avaliam a situação atual como boa aumentou de 23,9% para 24,5% e a dos que a julgar ruim diminuiu de 22,9% para 21,3% de agosto para setembro.

Melhorando 3
As expectativas futuras também melhoraram. A parcela de consumidores que projetam melhora passou de 32,5% para 35,3% e a dos que preveem piora diminuiu de 15,8% para 13,7%.

Melhorando 4
Na sondagem, a FGV ouviu mais de 2 mil consumidores em sete das principais capitais brasileiras, entre 31 de agosto e 19 de setembro. O resultado final será divulgado em 25 de outubro.






21 setembro 2012


 



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