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ABASTECIMENTO SOB CONTROLE



Informa a Agência Nacional do Petróleo: "o abastecimento de combustíveis no Brasil, tanto de diesel quanto de gasolina, está ocorrendo de forma regular. Casos pontuais envolvendo o abastecimento de gasolina, ocorridos recentemente em alguns locais, já foram sanados".

Diz mais a agência, em nota à imprensa: "O abastecimento nacional de óleo diesel e gasolina é garantido por 16 refinarias e 3 centrais petroquímicas que realizam entregas a partir de 38 pontos de fornecimento para 236 distribuidoras. O segmento de distribuição atende a 39.082 postos revendedores, 378 transportadores, revendedores, retalhistas e 9.118 pontos de abastecimento. E o abastecimento de biocombustíveis é realizado a partir de 409 usinas de etanol e 62 produtores de biodiesel".

"Na movimentação desses produtos são utilizados os modos de transporte dutoviário, rodoviário, ferroviário e navegação de cabotagem e interior. A importação de combustíveis é um procedimento normalmente utilizado para complementar a diferença entre oferta e demanda".

"A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis monitora o abastecimento de combustíveis e mantém contato permanente com órgãos do governo e agentes econômicos do setor a fim de garantir o suprimento de combustíveis no país".

E conclui: o abastecimento é regular e problemas com gasolina, ocorridos em alguns locais, já foram resolvidos. sanados.

Garantia de gás
Em nota à imprensa, divulgada dia 7, o Sindigás informa que a Justiça determinou que os sindicatos garantam funcionamento de no mínimo 40% da produção e escoamento do produto nas unidades das empresas localizadas no interior do Estado de São Paulo e de 30% do contingente de funcionários das empresas para os sindicatos da Grande São Paulo. O desabastecimento do Gás LP apenas ocorrerá caso os sindicatos dos trabalhadores não cumpram estas determinações, e, até o momento, não há informações precisas sobre os níveis de estoques do energético nas revendas, sendo precipitado afirmar já existir desabastecimento.

Segundo a mesma nota, o Sindigás fechou negociação com a Federação Nacional dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo, em reunião no Ministério do Trabalho e Emprego, e oferece a mesma condição para os colaboradores de São Paulo. Com essa proposta, esperava-se chegar a um acordo com o grupo. No entanto, os trabalhadores paulistas recusaram as condições aprovadas pela Federação Nacional, que contempla aumentos salariais acima da inflação apurada no período, reajuste ainda maior para os pisos de diversas categorias, Participação nos Lucros e Resultados de 160%, entre outros benefícios.

Concluindo, diz o Sindigás "ainda acreditar no diálogo com todas as esferas envolvidas e esperar que a negociação seja fechada nesta quinta, dia 8, na mesa de conciliação convocada pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. A entidade acrescenta que tem elevado respeito pelos colaboradores e pelos sindicatos de classe que os representam".

Republicada, com acréscimo

(06/11/2012)